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  • SÃO PEDRO 2017 - 02/07/2017 - FORRÓ DO BREJO v1
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  • SÃO PEDRO 2017 - 01/07/2017 - SSAGUA

Nesta galeria, o Portal BrejinhosNet tem a valiosa colaboração do Fotógrafo Nielson, a quem nós agradecemos em nome da comunidade brejinhense.

Esta mesma Galeria também está disponível no Flickr - Grupo Jatobá.

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By Adriano Rocha


  • TRABALHOS DE CARLON CASTRO CRUZ EM EXPOSIÇÃO NO MEMORIAL DA PRAÇA JOÃO NERY DE SANTANA

  • COMEMORAÇÃO DO FERIADO RELIGIOSO DE CORPUS CHRISTI - VERSÃO 2017

  • FORRÓ ROOTS DA PEROBEIRA

  •  PASSAGEM DO SAC MÓVEL POR OLIVEIRA DOS BREJINHOS - VERSÃO 2017

 

  • PRÉVIA DO SÃO PEDRO 2017 - ATUALIZAÇÃO: 26/06/2017, ÀS 19h07

 

 

 

 

Meu caro...

COLUNA MEU CARO

02-01-2015 10:08:30

Esta coluna consiste em continuar o diálogo que eu e o amigo Carlon Cruz vínhamos tendo nos últimos meses. De repente, em algum lugar do universo, alguém deve ter precisado de seus serviços com certa urgência e ele teve que ir.
Sua saudação MEU CARO vai dar título à coluna que, a partir deste momento, estará recebendo algumas atualizações assim que houver necessidade ou surgir um assunto. Respeitando nosso princípio de deixar a natureza trabalhar em nossas vidas, as palavras seguirão seu curso e não serão forçadas a sair, a se registrarem neste espaço, mas, assim que elas sentirem necessidade de vir à tona, assim será. Lembro que os textos não serão revisados, nem seguirão o padrão ABNT, podem não ter nem começo, que dirá fim. A intenção é que realmente pareça uma conversa informal, com interrupções, idas e voltas ao assunto... Um negócio desorganizado como tudo parece ser na natureza.

SEU ANIVERSÁRIO

09-09-2015 15:01:40

E hoje, como se sente, meu caro? Chegou agosto, um pouco diferente dos outros anos, pois foi o mês em que você encerrou suas atividades por aqui. O mundo desandou, meu caro. Poucos parecem ter se lembrado da data de 26 de agosto. Eu me lembrei e sempre vou estar por aqui pra gente bater um papo. Como ia dizendo, o mundo desandou. É gente querendo fugir da Síria e entrar em outros países como se a natureza e Deus tivessem feito cercas arame farpado para demarcr fronteiras, como se a espécie humana fossem várias espécies na mesma... Não entendo! O cara mora na Hungria ou na Síria e parece que são de origens diferentes, que o coração de um é do lado direito, do outro é do lado esquerdo... O mar infestado de tubarões, e a Terra também... O povo pegando um barco clandestino pra tentar a vida em outras paregens, enfrentando frio, tempestades, fome, e parece que quem está em terra firme é o dono de alguma coisa, sendo que terra e mar apenas se completam, se harmonizam!

Até quando, meu caro, esse povo vai achar que está no domínio de alguma coisa? Até quando vai pensar que rejeitar um refugiado vai lhe proteger das angústias da alma? Até quando vai pensar que isso vai lhe afastar do inferno de Dante? Ora, nomes inventados, apenas isso! Não existe, na prática, Hungria, Síria, Alemanha, Itália, Brasil... Sabe o que existe? Ganância! Afinal, tudo em sua essência é ilegal ou legal. Por quê? Repare! Para que alguém desse posse a outro foi preciso roubar da natureza que criou e gerencia tudo. Repare! Inventaram os títulos, as fronteiras, os idiomas, os costumes, simplesmente pra fazerem de conta que estão no poder, dominando um país ou um povo. No fundo, amigo, não faz diferença. Somos apenas humanos! Um húngaro que chuta um sírio é apenas um humano chutando outro humano. Quando vão perceber isso? Ganância, pura ganância!

E pro lado de cá a coisa não anda prestando também. Da semana passada até hoje duas grandes queimadas próximas à sede assustaram a população e provocou grandes prejuízos. Mas, até que as mentes mórbidas percebam que estão queimando sua própria pele ainda vai demorar. Lembra o quanto falamos disso? Agora estão todos aí criticando as autoridades, o Corpo de Bombeiros! Ah, corpo de bombeiros! Enquanto o município não promover um treinamento pro pessoal enfrentar esses problemas por aqui mesmo não haverá novidade. Creio que é uma causa de todos nós. Exemplo: se os pedreiros estiverem trabalhando ali na Praça do Mercado ou na Avenida de Acesso e acontecer um incêndio, todos esses serviços deveriam ser interrompidos e corrermos para resolver o problema porque é um problema que afeta a todos, ainda mais quando isso acontece do lado das nascentes como foram os dois últimos incêndios. Daqui até que chegue um caminhão ou helicóptero do bombeiros de Lençóis no mínimo, o fogo já alcançou o Zé Nunes, Riacho Frio, a Sede e olhe lá!

Nosso amigo Hildo também encerrou as atividades por aqui, moço!

Eu volto! Vou resolver umas coisinhas aqui, mas volto. A gente conversa mais!

HOMENAGEM?

02-01-2015 10:08:46

Hoje, meu caro, no final da tarde, estarei participando da colação de grau das turmas do Ensino Médio do Colégio Estadual Tiradentes, as quais deram seu nome. Estou pensando no que dizer a esta nossa geração cujo risco de haver um colapso de inteligência tem se tornado iminente. Homenagem? Ainda prestam homenagens apenas citando nomes? Estou pensando falar a respeito da incoerência ou das incoerências que afeta a todos. Imagine: prestar-lhe uma homenagem sem lhe conhecer e aos seus feitos? Convidaram-me, pela amizade que percebiam que existia entre nós, para dizer alguma coisa. Tenho me tornado um tremendo estraga-prazeres quando se trata de falar a pessoas. Lembra daqueles famosos "acabadores de festas" que, quando chegavam nos ambientes como clubes, latadas, e o povo já ficava de orelha em pé e comentava: "Nossa! Viu quem chegou aí? Essa festa não vai durar muito!". Era dito e feito. Não demorava e já se via a luz do candeeiro sentir o vento da mudança. O lampião de gás, situado num dos cantos da sala, também dava sinais de temor e o pau quebrava. Como diz nosso amigo Chico Buarque & Caetano: Pernadas 3/4 sem despentear tomava conta do recinto. Pois é, hoje me sinto assim. Até prefiro que não gravem minhas falas, pois, estou falando a verdade demais. Não consigo pegar um microfone e ficar falando bonito. Gosto de falar daquilo que provoca impacto. Afinal, o ser humano é incoerente em suas atitudes e palavras. O cara diz, por exemplo, que adora a família, mas coloca a molecada com mulher e tudo dentro de um veículo e some no mundo, enche a cara, passa o dia todo num churrasco, senta a uma mesa tomando bebida alcoólica às vezes até com criança de colo, ficam expostos a sons de Nn decibéis e ainda abre a boca pra dizer pra esposa "eu te amo". Repare, moço, outro sujeito entra no seu carro do ano, fecha os vidros e tudo que é placa que avista no caminho multipĺica por dois. Se sugerem velocidade de 80 km, ele faz questão de andar a 160 km; se sugerem 40, ele faz questão de andar a 80 e olhe lá. Fiquei observando neste final de ano, parado à beira da estrada, de cada dez veículos que passavam, onze estavam acima do limite de velocidade. Uns sujeitos desses ainda querem criticar as estradas, falar mal do governo, da inflação e queixar do salário-mínimo que passou a valer R$ 788,00. Veja! Pelo menos aqui em Brejnhos, os moleques pensam que as casas, as esquinas e as ladeiras são de vidro ou acrílico, pois, transpõem estas sem qualquer intenção de pararem seus veículos automotores ou até pedomotores. Pasme: falando novamente na questão da bebida, dias atrás um moço me pediu pra colocar a chave na ignição pra ele poder ir embora, pois a água tinha sido tão dura que não conseguiu achar o lugar de por a chave. Nossa senhora!
Então, o povo chega por esses palcos da vida e começa a elogiar os formandos, sem ter a coragem de dizer pra eles que ali no meio tem muita gente que deu trabalho de sobra aos professores, que gostava de cabular aula, que tinha falta aos montes e sequer dava um bom-dia ao porteiro na hora de entrar. Culpados? Não acredito! Aí vem gente dizendo, desejando um futuro melhor, de muito sucesso. É preciso dizer antes que o sujeito se conserte, tome vergonha na cara, que há incoerência em esperar um futuro melhor se você não faz nada no presente. O futuro é apenas cosequência.
Vou tentar sugerir ao pessoal que seja mais verdadeiro.
O homem não sabe ainda se é uma espécie divina ou humana, não sabe se é bondoso ou um monstro. Dá nome a tudo e sofre da maldição de fazer julgamentos, que talvez seja o pecado original, não mais aquele de comer do fruto proibido que muita gente ainda acha que era uma árvore lá no meio do jardim e que Adão e Eva não podiam comer nem tocar pois abrir-se-lhes-iam os olhos e seriam como deuses. O que não percebem que a árvore era do conhecimento do bem e do mal, ou seja, o homem não pode de forma alguma mastigar e engolir o conhecimento senão realmente vai querer saber mais que Deus, sem perceber que isso não é possível, mas lhe proporciona a ilusão de ser. O que aconteceu? O homem comeu do fruto proibido, isto é, engoliu o conhecimento e agora acha que é o Deus. Decide quem deve morrer e quem deve viver, decide quem deve ganhar mais ou ganhar menos, decide se mandar computadores para as escolas é bom ou ruim, decide quando integrantes pode ter o senado, as câmaras e quando de verba cada gabinete. E ainda diz que somos todos iguais perante a lei. Ué, se iguais, como é que a aposentadoria para um se dá em menos tempo do que para o outro? Como é que o salário de um é maior do que o outro? Como pode um ter Nn fazendas enquanto o outro mora na rua? Como pode construir arranha-céus enquanto outros fazem barracos de papelão e lona? Incoerência, maldita incoerência!
Se aqueles que acumularam riquezas resolvessem tomar apenas uma cerveja ao invés de uma caixa, se os filhinhos de papai resolvessem ter apenas três pares de sapatos: um para a escola, outro para a farra, outro para a missa/culto... Se as mulheres conseguissem ir a duas festas seguidas com a mesma roupa e mesma sandalia e mesmo penteado e mesma lingerie e mesma maquiagem... Se ao invés de uma cômoda lotada de perfumes, cremes, condicionadores, pulseiras, relógios, celulares, notebooks, PCs, apenas o necessário... Se ao invés dos latifúndios, minifúndios... Se ao invés de derrubar árvores, ou mesmo derrubando, plantassem... Se ao invés de arrastar pelas ruas equipamentos de som com valores absurdos - dizem que chegam a pagar até R$ 20.000,00 por um som desses brutos que aparecem por aí rebocados por carros de luxo - optássemos por uma caixinha amplificada e com o resto comprássemos de leite em pó, fraldas, remédios, ou guardássemos para a formação de nossos filhos, o mundo não seria outro?
Mas, a incoerência humana responderia: O dinheiro é meu, o carro é meu, o filho é meu, faço deles o que quiser.
O homem concentra riquezas, se fecha nos seus condomínios, anda com segurança e carros blindados e ainda põem a cara na mídia, prometendo ao povo que vai lutar contra a violência? Ele é o próprio responsável pela violência. Afinal, há violência maior do que a mãe negar leite a um filho por não ter mais uma colher no fundo da lata ou uma lata a mais na dispensa? Há violência maior do que um salário de 788 contos enquanto a própria lei aprovada por eles sugere um salário de no mínimo R$ 2.923,22, o que garantiria um padrão também mínimo de qualidade de vida?
Aos formandos de hoje quero dizer que é tempo de repensarmos as homenagens. Hoje tristes, amanhã no baile de formatura. Pensemos algo mais contundente. Que tal se passassem a dar o nome da turma: Crianças de Rua, Favelados, Hospitalizados, Sem-teto, Sem-terra, Sem-educação, Sem-família... Ou Amor, Paz, Prosperidade, Alegria... ou Mal-formados, Bem-formados, Fazedores de Intrigas, Resolvedores de Conflitos? No periodo dos últimos trinta dias do curso de Ensino Médio fizessem campanhas de visitas a comunidades, levantamento de quantos meninos aparecem no clube para catar as latinhas da bebida consumida no evento anterior, ou quantos óbitos ocorreram no ano ou no último mês e fossem visitar essas famílias, comunidades, grupos, entidades, empresas, e eleborassem projetos, relatórios, fizessem programas de rádio? Ou fossem passar um período no hospital, visitar a delegacia, ir ao Projeto Sapeca, associações de moradores, conhecer e entender mais da própria comunidade onde moram? Quem sabe se apresentarem em grupos nas empresas, levando colegas da zona rural, tentando arranjar oportunidades de emprego para aquales que não vão poder frequentar uma faculdade, que, pasmem, é a maioria?
De volta ao salário-mínimo, é claro que os governos jamais vão querer pagar um salário de R$ 3.000,00 ou mais, pois, a população ou boa parte dela, poderia pagar seu próprio remédio, sua TV por assinatura, o transporte escolar, o leite das crianças, o lanche do garoto da escola... E aí, o que fariam alguns políticos, seriam esquecidos? Ora, nem pensar! Como fariam para controlar essa população desordeira e mal-agradecida? Por falar nisso, você já viu algum projeto pelo menos apresentado por um legislador (vereador, deputado ou senador) que sugerisse receberem pelas horas trabalhadas ou mesmo não receberem salário? Existem países que isso acontece, a exemplo da Suécia. Uma escritora e jornalista brasileira radicada lá, Cláudia Wallin, lançou um livro em 2014 intitulado Um país sem excelências e mordomias, pela Geração Editorial, onde apresenta várias entrevistas com juízes, políticos, ativistas, jornalistas e cidadãos comuns sobre o sistema político desse país europeu que deixa qualquer brasileiro envergonhado.

Ia esquecendo de falar sobre o fato do homem dar nome a tudo, quando citei a questão do conhecimento. Reparou que o homem se nomeia a si mesmo como canibal apenas quando consome carne humana? Quer dizer que quando cevamos um porco para depois matá-lo, ou quando damos uma marretada na cabeça de um animal que criamos por tanto tempo, damos ração, e perdemos a razão quando o retalhamos e o pomos à mesa para consumir? Quero dizer que aí não somos canibais? O que o homem precisa é se decidir, se selvagem ou civilizado... Não dá pra ser a duas coisas. O homem não foi capaz nem mesmo de decidir se quer ser descendente do macaco ou do barro? Se ele foi criado antes ou depois dos outros animais?

Então, paremos com a hipocrisia, de achar que somos melhores do que os outros. Em muitos pontos, somos exatamente iguais, mas inventamos formas de fazer e de ser diferentes.

Lembrando novamente do problema da bebida, tem gente que vê um amigo passando na rua, de boa, e ainda grita: Ei, moço, vem cá! O que é que vai passando assim? Não quer sentar com a gente e tomar uma? Esse sujeito que chamou o outro ainda se considera amigo. Gente, não interfira na trajetória do outro. Deixe as pessoas seguirem seus trajetos. A natureza sabe o que está fazendo. Se fosse por uma coisa boa, agradável, tudo bem. Mas convidar um amigo para matá-lo? sim, matá-lo, pois, tomar bebida alcoólica, oferecer carne cheia de anabolizantes, vacinas, hormônios... é uma violência sem tamanho.

Meu caro, você sabia que nós também somos responsáveis pela sua ida? Pois é, estou percebendo que nós somos exterminadores do presente, um nome bem mais propício para aquele filme do Arnold Schwarzenegger - O Exterminador do Futuro. Rapaz, percebe que estamos dando veneno mesmo para aquelas pessoas a quem amamos? Dizemos amar o próximo, mas, muitas vezes somos proprietários de uma lavoura que, até para matar a erva chamada pelo homem de daninha, usamos veneno. Já viu que alguns chamam agrotóxico de defensivo agrícola? Bebemos restos de detergente nos talheres, pratos, panelas e afins mal-lavados por conta da crise hídrica, usamos veneno para pintar o cabelo, o qual deve escorrer pelos fios e entranhar no couro cabeludo. E ainda vem alguém dizer: isso não ofende, é totalmente confiável. Daqui a pouco, sabemos do crescimento de casos de câncer pelo mundo a fora, mas ninguém quer conviver com os cabelos brancos. E ainda há uns idiotas que pensam que meio ambiente é apenas fauna, flora e água. O que estamos falando é de equilíbrio. Há uns bananas que nem estudaram ainda a Lei da Gravitação Universal, de Isaac Newton. O homem tem que saber que, até mesmo uma barata que ele extermina, pode comprometer o equilíbrio do universo. Loucura? Que nada! Muitos nem sabem que a Terra viaja a uma velocidade média de 29,87 km/s. Ué, e como é que não percebemos? Outra idiotice nossa: afinal pra você perceber algo é necessário um referencial. Se você está indo junto, como é que vai perceber o movimento? Aliás, perguntem aos motoristas que, quando nos seus carros a 160 km/h, não notam que estão em alta velocidade. Só quando tem um mais afoito que arrisca abrir o vidro e ver o mundo passar como um foguete. Rapaz, e a inquietação do povo, principalmente feminino, pela aparência? Está se enchendo de silicone, piercings, tatuagens... Devem ter verdadeiros canyons internos a serem preenchidos. Não há nada que satisfaça. Apelam pra tudo: roupas, viagens, exposição na mídia, escândalos, e nada adianta. Buscam significados para suas vidas em algo que jamais vão conseguir encontrar. Bastaria que ouvissem a natureza e a respeitasse nas suas leis e sabedoria. Seria o bastante.

Homem, você tem reparado que no Brasil muitas vezes chamamos de Excelência àqueles que nos deveriam chamar assim? Afinal, quem acha que merece esse título: aquelas pessoas que trabalham 44 horas semanais ou mais ou aquelas que têm 1/4 dessa carga horária e olhe lá e ganha centenas de vezes mais? Para mim, Excelência é quem sustenta o país com seu esforço e suor.

Esse trem continua... Aguarde!

PARA REFLETIR

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Créditos:
Frases de Vida

Carlon Cruz

CARLON CASTRO CRUZ

Homenagem do Grupo Jatobá a Carlon Cruz, referência viva da cultura brejinhense e regional.

• NOVIDADE •

Carlon Castro Cruz realizou na UEFS - Universidade Estadual de Feira de Santana, a exposição RESGATANDO A PRÉ-HISTÓRIA, no Museu Casa do Sertão, de 12 a 23 de maio de 2003, das 08 às 18 horas, resultado de suas andanças pelos sítios arqueológicos do município de Oliveira dos Brejinhos e da vida, boa parte disto na companhia da brava gente da equipe de pesquisa da UEFS que vem atuando no município em conjunto com o mesmo  e o Grupo Jatobá. 

A VIDA E A OBRA DE CARLON CRUZ

Carlon Castro Cruz nasceu aos 14 dias do mês de outubro de 1955, mas foi registrado como se tivesse nascido a 28 de abril do mesmo ano.
Casado com Olga Jangoas Cruz, tem 2 filhos, Carolina e Luciano.
Viveu em São Paulo de 1973 a 1981, trabalhando no setor gráfico e publicitário.
No CENAC fez os cursos de: Fotografia Artística, Comercial e Publicitária e ainda os cursos de Organização de Empresa, Marketing e Propaganda, Layout, Art-final, Pas-up, Desenho Artístico, Técnica de Pintura a Óleo e Estampa.
cursou por 2 anos o Curso de Violão Clássico no Conservatório Pró-Música de São Paulo. Concluiu também o Ensino Médio no Colégio Estadual Tiradentes, de Oliveira dos Brejinhos (BA).
Como pintor, expôs na Galeria Cravo e Canela, Casa de Valdomiro de Deus. Está agora expondo na Galeria GASP ARTE TRADE DO BRASIL LTDA. no Rio de Janeiro.
Pinta arte rupestre desde 1999. Nesse mesmo ano, algumas pessoas adquiriram algumas de suas telas. Entre essas pessoas estão: Walter Salles, Marcelo Torres, produtor de cinema, Walter Carvalho, diretor de fotografia, Mônica Costa e Fabiana, produtoras de objetos, Bia Pessoa, artista plástica, Leandro, técnico de som, Carla Caffé, diretora de artes e ainda vendeu: 2 quadros para a Áustria, 1 para a Bélgica, 2 para a Alemanha, 2 para a Itália, 2 para Ângela Cordeiro, do Rio de Janeiro.
Trabalhou no setor de arte dos filmes Abril Despedaçado, Narradores do Vale do Javé, de Liliana Caffé e no Bom Jesus, de Carla Camurati.

Carlon Cruz também é mencionado e tem fotografias publicadas na revista Trabalhos de Antropologia e Etnologia, Vol. 42 (1-2), da Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia, cidade do Porto, Portugal, onde se publica um trabalho da pesquisadora Cláudia Cunha acerca de sítios rupestres de Oliveira dos Brejinhos.

Outro traço importante na vida deste sertanejo á a sua paixão pelo meio-ambiente. É um dos sócio-fundadores do Grupo Jatobá de Defesa do Meio Ambiente, do município de Oliveira dos Brejinhos. Por muitos anos, vem lutando incansavelmente pela melhoria da qualidade de vida da população, participando de seminários, promovendo campanhas, fazendo visitas e reuniões nas comunidades, tomando cursos na área de Botânica, dentre outros fatos importantes. 
Por isso, o Grupo Jatobá reserva este espaço a um dos seus associados mais ilustres: Carlos Castro Cruz.

 

DECLARAÇÃO DE WALTER SALLES

"Tivemos o privilégio de conhecer Carlon quando fomos filmar em Ibotirama, no interior da Bahia. Ficamos todos impressionados com a sua sensibilidade artística incomum. Carlon é um destes artistas que mora silenciosamente, no coração do Brasil, e que merece ser melhor conhecido. Espero que esta exposição seja o início desse caminho".
Walter Salles
(a respeito de uma exposição que está sendo acertada com a UEFS)

DECLARAÇÃO DE SÉRGIO MACHADO

Carlon, Sertanejo e Renascentista

"Um dos aspectos que mais me atraem no fazer cinematográfico é a possibilidade que um filme me abre de conhecer lugares e pessoas com as quais provavelmente jamais travaria contato.
De cada filmagem ou viagem em busca de locação e elenco, volto sempre com a sensação de que se ampliaram meus horizontes.
De tantas pessoas que tive a oportunidade de conhecer graças ao cinema, não me lembro de ninguém que me tenha marcado tanto quanto Carlon. Fala mansa, jeito simples de sertanejo - ele exercia uma liderança natural na comunidade e se tornou uma espécie de embaixador do Abril Despedaçado, diante das comunidades dos vilarejos do médio São Francisco.
Logo em seguida, descobrimos que ele conhecia como ninguém cada árvore, cada animal, cada trilha que não parecia levar a lugar nenhum.
Quando passamos a procurar pessoas para atuar no filme - uma surpresa. Carlon, por conta própria, havia realizado gravações e catalogado fotografias e depoimentos dos tipos humanos mais interessantes da região. Eu gastaria algum tempo enumerando todos os aspectos em que ele foi fundamental para a realização do Abril Despedaçado. O fato é que, em pouco tempo, ele passou a ser disputado fervorosamente por cada um dos departamentos do filme.
Me lembro que numa conversa com Walter Salles e Cássio Amarante, diretor de arte do filme, um de nós observou que a impressão que nos dava era a de que Carlon, sem saber, havia se preparado a vida inteira para fazer um filme. Na medida em que o fomos conhecendo, ele mais nos surpreendia: fotógrafo, videomaker, escritor, ele tinha fortes noções de história, geografia, história, botânica, arqueologia, e além de tudo é um pintor vigoroso e original.
Numa época tão voltada para as especializações e tecnicismos, tivemos a oportunidade de conhecer um verdadeiro renascentista em pleno sertão."

O FOTÓGRAFO E PINTOR CARLON CRUZ

GALERIA

Esta é sua maior oportunidade de ter uma visão mais concreta do trabalho de Carlon Cruz, através de fotos e pinturas, onde ele retrata o cotidiano sofrido do homem da caatinga. Observe com atenção este trabalho.

ALBUNS

Obs: As fotos são de personagens do município de Oliveira dos Brejinhos, gente simples em ações cotidianas. Há fotos de telas pintadas pelo também artista plástico Carlon Cruz, inspiradas em pinturas rupestres encontradas nos vários sítios arqueológicos existentes no município.

(Em construção)

Carlon Cruz viveu até 26 de agosto de 2014.

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  • O 'Natal Gigante',promovido pela Bahiatursa,vai apresentar corais natalinos em três pontos da cidade até o dia 19 de dezembro.

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  • A Secretaria de Turismo (Setur) calcula que o verão, época de festas populares e outras atrações, represente 37% de todo o movimento turístico do estado.

  • O SAC Liberdade oferece, diariamente, cerca de 500 senhas para atendimento ao público. As senhas são distribuídas a partir de 8h e o atendimento à população vai de 9h às 17h, de segunda a sexta-feira. No SAC Liberdade, o cidadão pode usufruir dos serviços de sete órgãos parceiros. No posto é possível tirar carteira de identidade, carteira de trabalho, CPF e antecedentes criminais, dentre outros serviços.

  • Com R$ 124 milhões em investimentos, o Hospital Regional Costa do Cacau é referência de alta complexidade para 70 municípios do sul da Bahia.

  • Juntamente com artistas experientes, como Júlio Costa e Marcos Priski, eles produziram um painel no Centro Social Urbano (CSU).

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    Aproximam-se as Festas Juninas. Em relação ao São Pedro 2017 em O. dos Brejinhos, qual a sua opinião?

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