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Composições

ÀS VEZES O VENTO...

Às vezes, o vento sopra
Às vezes, o vento some
Às vezes, sopra em pó
Às vezes, no quintal
Um dia acorda Carnaval
Outro dia ouvindo música
Outro dia, só silêncio
Sem sol ou som de norte a sul.

Não sei o que será
Se o vento não me soprar
Talvez tenha que sobrar
Pensamentos ao léu
No caminho do trabalho
Atrapalho meu quintal
Ando ouvindo o vento
Um vento sem som, sinal
Sinal de vida longa
Sem os ouvidos atarracados
Ora, não sei se cheguei
Ou se flutuei até aqui
Ou se o vento me trouxe...
Mas, afinal, pra que discutir?

O não importante é que estou aqui
Sem ter saído de qualquer lugar
Se o vento me carrega
Também me faz pousar
Então, viva, apenas viva
E deixe o vento te levar.
Leva, vento, e traz pro lado de cá
Uma coisa qualquer, seja poeira ou mar
Seja amar ou mimo
Mina ou manjá

Venha, vendo vento, vendo tudo
E compro também qualquer confusão
Que não tenha briga, principalmente de falcão
Então, voe, vento, voe voador
Voe e pouse
Por fora do meu cobertor
E durma.

HOMENAGEM AO MEU PAI

Hoje, 08 de Setembro de 2014, meu pai, Adalberto Caetano dos Santos, está completando 90 anos. Dário, com é conhecido pela maioria, é filho de Jovelina e Vítor, sempre morador da cidade de Oliveira dos Brejinhos, mas que também ganhou este mundão, a pé, montado, de pau-de-arara ou a vapor, foi ao Paraná, onde nasceram dois dos seus filhos, Dilza e Edmilson, rodou por Minas Gerais, atrás de pedras preciosas, junto com seu compadre Beija e outros amigos, lá pelas bandas de Pirapora (Paredão) que lhe renderam muitas das histórias que gosta de contar. Desde novo, homem esforçado, de andar descansado, mas ágil na luta diária, criou seus filhos às custas de muito suor, quanto mais trabalhava se sentia melhor, e ainda hoje peleja ali pelas bandas da Ingazeira, toca as cabras ao chiqueiro, galinhas ao poleiro, separa bezerros e aparta também os cabritos. Homem de bom espírito, recebe sempre seus amigos e compadres, no alpendre, descansado e, se preciso, conversa o dia todo.

Sempre responsável desde pequeno, irmão de mais sete: Augusto, Anorinda (Lora), Venâncio, Lormanha, Adelina, Salviano (Nego) e Helena (Lena). Esse povo todo já arrumou a viagem, mas Dário, graças a Deus, está aí pra servir de exemplo para toda a posteridade.

Desde cedo, eu também fico no seu pé. Ele, pai de um homem e um bocado de mulher (4): Darilene, Adenilda, Hilza e Dilza (Edmilson partiu cedo), Dário nunca teve medo de enfrentar dureza, agindo sempre com destreza, ao lado de sua companheira Adelice (Nena). Ainda hoje caça lenha, treino dos tempos em que botava uma barraca na feira pra ajudar nas despesas, das feituras de manuê feito de fubá passado no moinho em casa mesmo, peta, ginete, brevidade, bolo e café. Êta, povo esforçado, hoje me sinto prendado por ser filho destes dois, que Deus os abençoe e prolongue ao máximo suas vidas que, o que eu puder e não puder também, farei.

Parabéns, Adalberto, pelo seu dia, pai cheio de disposição e amor, fiel na alegria e na dor, na dificuldade e na bonança. Se fosse pra falar aqui, iria muito distante, mas, o que importa neste instante é continuar ao seu lado, fazendo, acontecendo e tendo os cuidados para que o senhor se sinta confortado e confortável, não tenho nada rentável, mas não lhe nego o amor e a mão.

Um grande abraço, meu velho, e que Deus nos abençoe e harmonize cada vez mais nossas vidas e de todos os nossos.

Oliveira dos Brejinhos - Bahia, 08-09-2014 - 17:24:08

Conversa Fiada

BRASIL: UM PAÍS DE TOLOS

Alguém consegue me explicar uma coisa? Como é que uma pessoa reduz seu consumo de energia por três meses seguidos e nesses mesmos três meses a conta aumentou também três vezes? Qualquer sugestão, por favor, se manifestem!

OUSADIA

Há momentos em que torço para que a natureza não tenha ouvidos ou não guarde rancor. Ao ler uma manchete como Em São Paulo, sistema Cantareira encerra maio no vermelho, fico imaginando até onde o ser humano quer chegar com sua petulânia em relação à natureza. Afinal, o que quiseram dizer com isso? Que a natureza deveria ter equilibrado suas contas? Que a natureza tinha feito uma promessa de realizar cortes em outra região do mundo e ter trazido as sobras pra São Paulo?

Agora, por que o homem não para primeiro para fazer as contas e ver quem realmente está no vermelho? Será que alguma vez já parou pra contar quantas árvores derrubou e deixou de plantar outra? Quantas toneladas de lixo inútil e agressivo produziu e não soube que destino dar? Quantas vezes agrediu a natureza pura e simplesmente para satisfazer suas ambições?

Ora, tenha paciência! Entendam que a natureza sofre calada por algum tempo, mas quando manda seus recados não anuncia com antecedência. Faz seus comunicados em tempo real, e não é usando redes sociais. Fiquem atentos!


 

06-09-2014 - 17:10:16

Pois é, gente, neste espaço pequeno, branco e aloprado é que quero repartir com vocês o meu sudário, do suor derramado pelo esforço do pensamento, pois, hoje eu não lamento a falta e pobreza da cultura, ainda existe coisa pura, boa e valiosa, muita conversa, muita prosa, fiada ou mal-passada. Só que não importo com nada, o que quero é diversão, mantenho os pés no chão e os ouvidos atentos, pois qualquer palavra ao vento, eu pego e passo o lápis, registro no meu caminho, sem numerário, pobrezinho, mas fica aqui do meu lado.

Vez em quando, venha e visite, vou postando, apostando que goste da seleção que vou fazendo, umas coisas minhas, outras dos companheiros, mas o importante é que falemos, falamos e escrevemos, e assim a vida vai, solta, boba ou sabida, e num gole da bebida sagrada, água transparente, ilumina nossas mentes pra que a inspiração não se acabe.

Li e Gostei

Pessoas sábias falam sobre idéias
Pessoas comuns falam sobre coisas
Pessoas medíocres falam sobre pessoas.

Chico Pedrosa


Este post de Laércio Moreno - Eleitor Sabido - é bem oportuno. 

 

(F)Utilidades

PRECISAMOS DE UM CABO ELEITORAL

Sex 16 Set 2016 06:27:19 BRT

Caros amigos:
Venho aqui anunciar a vaga de um Cabo Eleitoral para o nosso partido, o PdPPPPPPDR - Partido do Povo Pobre Perplexo Paciente Pálido Pateta Desdentado Raquítico.
É urgente, pois corremos o risco de ganhar a eleição. Se isso ocorrer, será um caos. Nossa meta é perder sempre.
A você que se habilitar, garantimos um subemprego, sem carteira assinada, sem recolhimento ao FGTS nem fundo de garantia, um lugar na fila do SUS, segurança para seus filhos irem à padaria e ao mercado comprarem fiado, um dívida imensa na farmácia, assistência e plano de doença, aposentadoria aos 100 anos, tomamos sua casa e lhe damos um barraco, além é claro das Bolsas: Bolsa-dor-de-coluna (afinal, quem aguenta carregar um bando de parasitas na "cacunda" durante tanto tempo sem comprometê-la?), dor-de-barriga (tem cristão que aguente se empanturrar de carne e bebida correspondente a 4 anos de uma só vez e não ter uma diarréia?) , goteira, lixo, esgoto a céu aberto, falta d'água, meio ambiente destruído, charrete...
Oferecemos também uma mordaça (pra garantir que ficará calado). No kit, continha um cabresto, mas resolvemos retirar, pois, lembramos que não temos chifre, mas se tivéssemos...
Terá direito a alguns vales também: vale-tudo, vale-mentiras, vale-festa, vale-burrice, vale-transtorno, vale-fome, vale-desmaio (esse é para quando você for à dispensa e não encontrar um biscoito pra enganar o estômago ou ficar esperando um médico na "fila da emergência"), vale-poluição, vale-tristeza, vale-sumiço, vale-decepção.
Contamos com você! Venha nos ajudar a levantar a bandeira desse partido que, apesar de poder ser decisivo, por enquanto não passa de um efeito colateral.

DIZER POPULAR

Quando a gente pensa que já ouviu de tudo, vem o político e arranja mais uma. Na manhã de 31/08/2016, ainda sobre a dispensa (demorada!!!) da Presidenta Dilma Rousseff, escutei o comentário de um deputado, no qual fez uma citação:

"O SABIDO, QUANDO VÊ QUE VAI CAIR, DEITA"

referindo à ida de Dilma ao Senado Federal. Pensando bem, o cara tem razão e esse dito tem mesmo valia pra nós.

(DIS)CURSO

Coisa inadequada para se fazer em cerimônias de conclusão de cursos, eventos educativos em geral... Fiquei pensando: o sujeito passa anos e anos alisando bancos de escolas (e de praças, cabulando!) e quando chega o momento da comemoração maior, aparece uma penca de gente querendo desmanchar o que deu tanta mão de obra pra ser concluído. Faz-se o curso, alguém vem e faz o DIScurso. Da mesma forma, pensar com dispensar. Parece que ideias andam sobrando por aí que, quando alguém se põe a meditar, a pensar saídas para a vida, vem outros e colocam na moda o DISpensar, como neste momento acontece no Brasil. Muito pé no traseiro por conta da crise. Não sei onde vamos parar, mas é bom pensar direito!

ACHEI BACANA!

Achei interessante esta frase:

“Se puserem o governo federal para administrar o Saara, em cinco anos faltará areia”
Milton Friedman

Será que faz sentido em se tratando de Brasil? Aproveite e leia o livro Carregando o Elefante.

UMA GRANDE IDÉIA

Vez em quando ouço esta expressão que, em minha opinião, é totalmente dispensável. Afinal, quem há de reconhecer se sua idéia é grande, boa, aplicável, aceitável, promissora, progressista, otimista, realizadora, são as outras pessoas, depois de ouvi-la e colocá-la à prova. Por favor, se você é o(a) cara que costuma ter grandes idéias, procure outra forma de se espressar, ao menos comigo, ou apresente provas de que a mesma já foi testada e deu bons resultados. Pra mim, é interessante que digam: Tive uma idéia!

EMBURRECENDO?

Quando em vez, pego-me a questionar sobre alguns textos que são escritos por especialistas sobre vários assuntos, sobre os quais, confesso, não consigo entender muita coisa. Também confesso que só me permitirei receber o atestado de burrice depois que me convencerem que: ou sou eu quem está emburrecendo ou são eles que não sabem o que dizem. Estou na peleja!

A TEORIA DO FUNIL

Com relação ao estilo de administração dos nossos governos (ou desgovernos, como queiram), estou pensando na teoria do funil. São tantas instâncias superiores, tais como secretarias, superintendências, ministérios, coordenadorias, euforias, quitandas, bandas, baldes e perfumarias, que, numa descoordenação total, cada um pensa alguma coisa para enviar aos inferiores - nós - que temos de dar conta de resolver, de um jeito ou de outro. Passamos apertos diários, de horários, orações, dores de cabeça, perdas de sono e de vontade, mas temos que enviar o resultado até "tal dia", quando esse dia ainda é futuro, pois, em muitos casos, esse "tal dia" já se foi. Pensam tantas coisas e não se comunicam adequadamente que enviam ao mesmo tempo, pelo menos na área da Educação onde atuo, solicitações semelhantes, pouco distantes, e ultra-urgentes, vindas da secretria, outro da coordenadoria, regional, estadual, federal... Cada um lá em cima vem com seu malote de coisas e despeja nesse funil que, por ter uma boca imensa, assimilia tudo facilmente, imediatamente. Mas, meu amigo, quando é pra esse trem saír do outro lado, há uma mistura tão grosseira, tanta besteira, que sai tudo amassado, cantos arrancados, choro dobrado. O processo pega uma pressão tão grande que é melhor sair de baixo e deixar pra recolher as partes depois. Pense numa correria! Responde aqui, pergunta acolá, envia pro outro, e antes de concluir, lá vem mais. Ora, tenha paciência!

Como os problemas de quem vive aqui embaixo são maiores, pra fazê-los passar pela ponta do funil até chegar a uma dessas instâncias, pense numa dificuldade. Aí é que é aperto, isso quando chega até lá.


 

Pense Comigo

MAIS UM POST

(Texto postado num fórum de um curso sobre Novas Tecnologias Educacionais)

Procuro desenvolver minhas atividades pedagógicas centrado na realidade da escola como um todo, pelo fato de já ter sido tratado como o diferente. Logicamente que a própria escola é contraditória ao adotar um material didático totalmente fora da realidade do aluno, a exemplo dos livros de Língua Estrangeira, nos quais vivo buscando ao menos uma linha para usar junto às classes, que não possui, em sua maioria, qualquer base em estudo de idiomas. O dilema que hoje vive o professor quando diz numa reunião, por exemplo, que só conseguiu trabalhar um assunto dos 800 previstos para aquela unidade, é muito profundo. O choque na comunidade escolar é mortal, embora se saiba que, para que o assunto seja explorado em todas as suas particularidades, realmente seria um por ano, diante da situação em que nosso estudante chega ao ensino médio, região da educação onde atuo.

    Os canais utilizados dentro da sala de aula são as tradicionais conversas, alguns amigáveis xingamentos, com discreta brutalidade, algumas vezes. As relações são o reflexo do dia a dia desses indivíduos. De um lado, um sendo consumido pelo estresse de ver dias de trabalho sem resultados palpáveis, como o caso do professor; de outro, esses buscadores de aventuras, que são os estudantes de hoje. Na última semana, um chegou a nos perguntar: Caso o aluno não simpatize com nenhum professor que dê aula para ele, esses professores não deveriam ser dispensados? Esse é um exemplo clássico da relação entre aluno-professor hoje em dia. Você faz uma chamada, o aluno responde com um "miau"; o outro, com um latido; outro com um "não está me vendo aqui?" De qualquer forma, é bacana essa "relação animosa", é massa, como eles costumam dizer.

    A escola normalmente costuma socializar os trabalhos realizados pelos grupos de estudantes e professores. Nos últimos anos, temos realizado uma Feira de Conhecimentos, onde são apresentados os resultados dos trabalhos realizados durante todo o ano. Da mesma forma, dentro das salas, procura-se oportunizar a participação dos alunos. Um dos exemplos recentes em nossa escola foi a realização da etapa local do EPA, quando os alunos puderam apreciar os resultados dos vários grupos dentro da própriasala e cujo resultado será levado logo a todas as outras com uma exposição dos trabalhos no pátio da escola.
    
    Dentro das possibilidades, alguns alunos contribuem da melhor forma possível, ficando no prejuízo os da zona rural que muitas vezes vivem à mercê da vontade dos motoristas de ônibus que, por conta própria, definem os feriados, os horários de chegar e sair da escola, etc. Nos eventos em que poderia ocorrer uma socialização mais abrangente, esses alunos dificilmente conseguem acompanhar tudo, pois, já não participam totalmente da preparação e, quando chega o momento das culminâncias, têm que retornar mais cedo para suas casas. Salvo essa situação, tivemos uma grande demonstração de trabalho coletivo na confecção dos tapetes no feriado do Corpus Christi. A principal motivação ainda é o ponto concedido, lamentavelmente. É claro que tem um grande número de humanos normais no meio, que primam pela participação sem qualquer tipo de barganha.

    A utilização de tecnologias digitais, de minha parte, não tem ocorrido com frequência por vários motivos. A escola não dispõe de espaço adequado para isso. Os poucos que possui são mais utilizados pelas turmas do Proemi. Esse é um dos pontos críticos na estrutura das escolas atualmente. Os espaços são improvisados na maioria das vezes e, quando pensados ou existentes, não atendem a maioria dos estudantes. Imaginem o que se consegue fazer com duas televisões, dois projetores e duas salas improvisadas em uma escola com 22 turmas e mais algumas do Proemi? Haja boa vontade!

    Numa escala de 1 a 10 no que se refere ao grau de colaboração nas turmas, vou ficar com a preocupação da OMS e de alguns psicanalistas que dizem que somente 5% da humanidade são pessoas lúcidas, ou seja, aquelas que conseguem ver a si mesmos e aos outros como integrantes de uma mesma espécie, de um mesmo mundo, aquelas que pensam no outro. Isso conrresponderia a 0,5 nessa escala. Acho que está de bom tamanho. O que posso fazer para modificar essa realidade? Estou tentando voltar a ser um professor, ao invés de bancar o Promotor de Eventos, o TéchTudo, o Clown, o Advogado, o Psicólogo, o Animador de Auditório... Vez em quando me dá saudade de quando eu conseguia ser professor, de preocupar com a letra do aluno, se estava escrevendo na linha, se estava fezendo os parágrafos, se o aluno tinha tomado café, se já havia merendado, por que não conseguiu vir com o uniforme completo, se a família dele estava bem...

    Venho tentando entrar na sala como um dos nós, como um pai, como um filho, como um professor, como um humano. Sem fantasias, sem livros, sem nada, até mesmo sem planos, quem sabe. Afinal, quem sou eu pra saber o que cada uma daquelas cabeças sonhou noite passada? Quem sou eu pra saber quantos tomaram café antes de sair? Quantos estão com um parente doente dentro de casa? Quantos já viram sua mãe ser agredida pelo companheiro ou mesmo já foi agredido pelo pai ou irmão? Quantos acharão o almoço ou a janta ao retornar? Quantos terão o dinheiro pra pagar a conta de energia no final do mês? Quantos estão vivendo desilusões amorosas ou familiares? Quantos vivem sendo assados dentro dos fornos das cerâmicas? Quantos não estão entre os 3,2 milhões de jovens entre 5 e 17 anos que já estão na ativa, sendo explorados pelos senhores de engenho, aliás, senhores da política?

    Então, pensadores, pensem uma escola colaborativa também. Pensem uma escola em que o professor tenha a quem encaminhar os seus pupilos ou ao menos chorar suas mágoas. Pensem coletivo, pensem grupo, pensem humano. Tragam psicólogos, técnicos, coordenadores, comida, frigobar para as salas, traga climatizadores para o sertão, traga grupos de pessoas para darem assistência às famílias, e, se possível, humanos. Pode ser?

    Depois de ler um texto de Jurandir Freire, tive que repensar muitas coisas e hoje tento chegar na escola apenas com um dos tantos "nós". Reparou quantos "nós" existem dentro da espécie humana? Se o professor fala nós, ele está se referindo só ao "nós, professores"; se o político fala nós, não está falando dos seus eleitores, tampouco daquele garotinho que está passando fome lá nas montanhas da Síria, fugindo da persequição dos grupos radicais... Quando o diretor fala "eu", quando as autoridades falam "nós", quando os jogadores de futebol falam "nós"... nós... nós... Já pararam pra pensar o quanto estamos sendo colaborativos? Já pararam pra pensar que acabamos fatiando o mundo, nossa própria espécie em um monte de "nós"? Percebeu que parecemos várias espécies dentro de uma só, que temos vários mundos dentro de um só?

    Oi, Jurandir*, permita-me colar aqui um trecho do seu texto, amigo, pra que este mundo se junte num só NÓS e que a educação deixe essa alegoria exarcebada de lado.
    "Eis uma das chaves da saída: um só mundo, um só povo. Com essa simples consciência, esses brasileirinhos decentes e encantadores mostram que possuem o senso de pertencimento a uma mesma comunidade de tradições, e, portanto, são capazes de reconhecer o direito dos demais ao mesmo respeito e oportunidade que lhes foram dados. No mundo deles - se permitirmos - mortes de inocentes como João Hélio serão lembradas, apenas, como dias de sombras que antecedem os dias de luz. No mundo deles - se permitirmos - a referência do pronome “nós”, na sensível expressão de Rorty, será estendida a todos os brasileiros e a todos aqueles que elegerem nosso país como um bom lugar para se viver. Sonho de bobo alegre, dirão os cínicos. Talvez. Mas - plagiando a rústica Macabéia de Clarice Lispector -, sem esse sonho, viver serve pra quê?"

    Vejam também com atenção estas palavras que provavelmente sairão numa das faixas do próximo disco de Arnaldo Antunes que começará a ser gravado numas dessas segundas-feiras quaisquer.

Eles não pegam em armas
Só em canetas e papéis
Mas, às vezes, matam mais com suas leis
Do que os atiradores cruéis.    

* - Psicanalista, professor do Instituto de Medicina Social da UERJ. É autor de Sem fraude nem favor - Estudos sobre o romantismo amoroso e O vestígio e a aura - corpo e consumismo na moral do espetáculo.

SOBRE AS TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃOpensecomigo

(Texto postado num fórum de um curso sobre Novas Tecnologias Educacionais)

Estamos falando de revolução tecnológica? E de que essa vem ajudar na melhoria da educação, bem como subsidiar o trabalho do professor e da escola? E também modernizar o setor? E diminuir os gastos? E facilitar a comunicação e a colaboração dentro da comunidade?
Oba, legal! Então vamos lá! Quão boas intenções têm para conosco! Faz-me lembrar de um tempo atrás quando trabalhei num banco e ficávamos até altas horas da noite para descobrir uma diferença num caixa, de centavos, às vezes. O manuseio da papelada, a máquina de imprimir cheques, muito parecida com os carimbos e os mimeógrafos que perduraram na escola até recentemente. A máquina do caíxa tocada a manivela, as autenticações... Que barulho interessante! Interessante é hoje, quando chegamos diante dos caixas eletrônicos, movidos a pensamento. Faltam nos dar um abraço! Nos fazem perguntas, querem saber quem é nosso pai, onde nascemos, quais os primeiros números do nosso CPF... Será que para se chegar a esse estágio foi feito algum investimento? Será que estar com um cartão magnético rodando o mundo e acessando uma conta aberta na agễncia de Oliveira dos Brejinhos, sertão nordestino, mesmo estando em Tóquio é moderno? E ver a própria agência se fechar e trancar as portas e apagar as luzes, parecendo uma coisa viva, é modernidade?
Lembra-me uma notícia que circulou em 2013, quando o Banco do Brasil e a CEF inauguraram um data center de R$ 322.000.000,00, o qual foi pensado para atender a expansão dos dois bancos pelos próximos 15 anos. Ah, desculpe, estou escrevendo no post errado, como costumamos dizer aí pelos fóruns na internet?
Mas, será que não podemos utilizar os exemplos dos bancos, dos cartórios, do INSS, dos radares instalados nas estradas, para nos inspirar mudanças na educação? Será que não é tempo de perceber que precisamos deixar de enrolação, de conversa fiada, e pensarmos uma educação realmente voltada para as novas tecnologias? Ou estamos achando que utlizar sucata dentro das escolas, utilizando data centers a anos-luz de distância, utilizando sistemas gratuitos como os do Google, da Microsoft, do Yahoo...? Citamos uma, duas, três vezes ferramentas mil, ficamos com água na boca, querendo testar as tais, tentamos visualizar e utilizar os tais objetos educacionais, mas, a memória do tablet educacional não dá conta, o PC da sala 11 só é para os alunos do Proemi, a TV de 42 polegadas não pode ficar ligada muito tempo, a internet de 512 kbps não roda nem um MP3 em tempo real, que dirá aplicativos desenvolvidos em flash ou Java? As páginas trazem milhares de banners com propagandas, escolhendo até sugestoes como: veja estas páginas recomendadas para você! Nossa! Parece que nos conhecem!
Sabe quando alguma coisa nova pode realmente dar certo dentro dos espaços escolares? Quando realmente decidirmos se a escola é para ser moderna ou antiga, quando aprendermos a cumprir os prazos, quando tivermos condições de realizar projetos em tempo real, online com outras escolas, desenvolvendo trabalhos conjuntos, quando as escolas não tiverem mais muros, quando as salas de informática estiverem abertas o tempo todo, quando houver espaços alternativos e profissionais capacitados para refazer um cabo de rede quando este der defeito, quando um chamado à prestadora de telefonia for atendido como se atendem aos bancos e aos cartórios eleitorais, quando pararmos de utlizar aplicativos por empréstimo e tivermos profissionais dentro da educação capazes e empolgados para desenvolverem softwares, sozinhos ou em conjunto, mas que sejam produtos da educação, quando os espaços alternativos puderem ser administrados por esses profissionais, treinados e bem pagos. Quando a impressora quebrada puder ser reaproveitada porque dentro da escola existe um laboratório voltado para isso, com objetivo de atender a demanda das próprias escolas e da comunidade em geral, quando pudermos fazer a chamada na sala de aula diretamente no SGE, quando os alunos puderem acompanhar em tempo real experiências realizadas em outras escolas, ou seja, em sua escola, porque, neste caso, a escola seria uma só. Mas, o que vemos é uma escola fatiada. Até entre os turnos existem diferenças. Imaginem entre as unidades escolares, os municípios, os estados...?
Pense na animação que fiquei quando ouvi falar ano passado sobre o interesse do estado em melhorar a conexão no interior! Falou-se até da expansão das redes de fibra ótica! Pensei: Eh, rapaz, agora vai! E quando vi chegar uma montoeira de equipamento, dizem que em torno de R$ 30.ITANTOS,00 (Trinta e tantos mil reais), prevendo a instalação de N roteadores, de servidores super-rápidos, de uma ligação direta com os conteúdos educacionais da secretaria, Deus, que alegria! A conclusão era prevista para outubro do ano passado. Que conclusão? Pelo menos para nós, a conclusão de que não valeria mais a pena! Afinal, era para a educação, não era para bancos, nem para a Receita.
A pergunta desconfortável lá na cabeceira deste fórum sobre uma forma de utilizar bem o WhatsApp tem que ser respondida por quem? Quem está ouvindo a voz deste homem? Se ele está angustiado, não sei! Mas, certamente, já deve ter ficado de costas para alguma turma e quando se vira avista uma jovem utilizando a tela do celular, com película de vidro, servindo de espelho para o uso do batom, do blush... Dificilmente para realizar uma entrevista com um morador de rua, ou com um profissional liberal da comunidade, ou com um vereador, ou com um ambientalista, e pedindo permissão a esse mesmo professor para mostrar o resultado à turma. Amigo, essas ferramentas não foram pensadas para a educação. Ou achamos que Brian Acton e Jan Koum pensaram nos estudantes do nordete seco quando inventaram essa coisa? Ou achamos que o Facebook pagou R$ 45.000.000.000,00 pelo controle dessa "empresa", mais cara do que muitas famosas e de "carne e osso" mundo a fora, pensando nos nossos projetos? É lamentável, amigos, mas não foi por isso!
Enquanto os negócios movimentam o mundo, nós continuamos batendo cabeça dentro das escolas, tentando reprogramar as mentes infectadas por essas pragas virtuais, verdadeiros malwares, poderosos a ponto de adormecer a inteligência de muitos dos nossos brilhantes alunos. E querem que nós arrumemos um jeito de utilizar esses negócios para o bem? E porque não ligam nossos aparelhos que chegaram ano passado e estão tomando poeira nos depósitos? E por que não nos dão um Galaxy S6 no lugar do "tablet amarelinho"? Oxe, e quem tá doido de dar Dois Mil Réis num trem desse pra ser usado na educação? Desperdício! E porque não um lousa digital de 80" de uns R$ 5.000,00 no lugar daquela de R$ 500,00, que você faz um traço agora se quiser que ele apareça na tela amanhã? E porque não a chamada, os registros de notas e faltas em tempo real? Por que não um equipamento digital para registro de presença na entrada das salas? Será que os professores iriam mais perder tempo contando cabeças, rabiscando pontinhos, EFEs e similares? Por que não um kit de TV 60", mais um aparelho de DVD com saída HDMI e leitor de Bluray, e um macbook sobre a mesa do professor? E um roteador por sala, com uma frequência 5.8 GHz? E os nossos laboratórios de Ciências? E nossas bibliotecas, aliás, tecnotecas? (Que tal o nome?) E nossas oficinas reais, para experiências reais, com ferramentas reais? Onde estão? Daqui a pouco, os capitalistas podem estar se perguntando: Será que o homem é viável? Sobre a educação já devem estar se perguntando. Afinal, será que estamos provocando a queda da bolsa? Ou estamos conseguindo conscientizar politicamente nossos jovens para saberem votar e questionarem como nós estamos nos questionando aqui?
Quando conseguirmos respostas imediatas para perguntas como essas que estamos fazendo aqui, nossa educação com certeza estará melhor.
E o WhatsApp dentro da escola, amigo, acho que vai ter que esperar um pouco mais. Afinal, o bicho veio detonando tudo, trazendo de volta os mais profundos instintos humanos, provocando o narcisismo exagerado, a pornografia, o sadismo, a perversão, o canibalismo... O que compartilhamos? Um bom dia, juntamente com um cara assassinado com 30 tiros, uma jovem estuprada no bairro Nãovemnão, um assalto à agência do Banco Queromais, o mundo... Menos o mundo da educação, da canção, da poesia, do respeito, da alegria, das Joanas e das Marias... Do Deus que nos criou! Compartilhamos a pressa, a anestesia das fotos escrotas, poucas rosas, muitas dores. Faltam em sala de aula fotograrem nossas mentes angustiadas e postarem em suas redes mórbidas. Cultivam plantas e fazendas virtuais, criam animais inexistentes, dão banho, comida e carinho, enviam fotos a alguém da Arábia que se diz dono de um poço de petróleo... É o homem, amigo, de volta à idade da inocência, enquanto os que conseguiram evoluir sugam nosso sangue e entorpecem aqueles que poderiam servir de testemunhas do nosso fracasso, com suas dádivas malditas. Está pronto pra resolver isso? Então, mãos à obra!

E a educação? Findou-se.

 


Uma sugestão para os "pensadores" da Educação com intermediação tecnológica, da qual eu discordo toralmente, pois para mim a educação se dá
através das relações humanas, sem qualquer obstáculo ente os dois lados: que tal mudar EMITEC (Ensino Médio com Intermediação Tecnológica) para EMTEIHU - Ensino Médio Tecnológico com Intermediação Humana? Talvez soe melhor e dê melhores resultados também. Se quiserem, podem pronunciar EEMETEIÚ. Ao menos, fariam menção a um réptil da América do Sul, teiú, agregando mais significado à sigla.

 

Reflexões

MINHA MENSAGEM

PARA O NATAL, PARA OS AMIGOS QUE FALAM DO NATAL E, PRINCIPALMENTE, PARA O PRESENTE, QUE PODE SER QUALQUER DIA!

→  De repente me vêm cartões virtuais, frases, GIFs, JPEGs, MPEGs a afins expressando desejos de Feliz Natal e Próspero Ano Novo. Ah, eu os agradeço por tudo isso. Sabem por quê?
Porque os seus desejos fazem efeito, não sei se os deste ano ou de outrora. Mas, ao ver as horas passarem, outros Natais chegarem e velhos Anos Novos também, eu me pergunto e me respondo: vale a pena. Recebo meu PRESENTE e faço bom uso dele. Concentro-me no Agora porque o mundo lá fora, passado e futuro, estão distantes. Um que não posso modificar, outro que não adivinho. E, se vocês, prezados amigo e amiga, mesmo em desalinho, concentre-se na sua fé. Porque a minha me dá coragem para tirar um tempo, de verdade, para pensar em você, nos seus filhos e pais, nos seus maridos e mulheres, e vizinhos, e colegas de trabalho, e amigos, e inimigos, e pedir por eles, sem a ilusão de pedir prosperidade, mas para que os seus corações realmente sintam a presença daquele que comemoramos o Nascimento neste dia, mas que, após a saída da maternidade, teve que enfrentar desertos, e ter pregos atravessando suas mãos e pés, e subir ladeiras, e descer ao fundo da alma, e respirar fundo e questionar o próprio Pai; e teve que perdoar na dor, realizar milagres e explicar aos seus seguidores aquilo que eles não entendiam. Ele ouvia e falava, não se apegava, pregava; Ele não corria: subia a montanha e subia ao barco para falar, para falar. E hoje sua Palavra nem sempre faz o eco que ele desejou em nossos corações. Hoje, ainda confundimos o certo com o errado, ainda negamos, e não falo de dinheiro e riqueza, mas negamos um sorriso, um abraço para o qual Ele nos deu braços, para milhões e milhões de abraços, e nós negamos, muitas vezes negamos.
Estou Feliz Natal sim, porque tenho amigos, que erram e acertam, mas estou feliz por ter a capacidade de perdoar, e de verdade; estou Feliz Natal porque eu sei que erro e erros grosseiros e aos milhares, mas os desejos de vocês têm me dado a capacidade de me perdoar e de perdoar aos outros; e sei que outros erros virão, porque humano sou, humanos somos. Assim, estenda seu desejo a outros também, estenda seu desejo não para o futuro, mas ao Presente, exatamente no momento em que você aproximar a faca dessas gordas e apetitosas guloseimas que lhes encherão as mesas nessas noites de festas, e peça para que essas mesas sejam sempre fartas. Mas... não restrinja seus agradecimentos à mesa, à bebida, à comida, mas que tudo isso se estenda para todo mundo, de verdade; parta a carne e também o parta o coração de solidariedade e emoção, e sinta o quanto isso é valioso, e que muitos outros, lá fora, neste momento, gostariam de ter ao menos os restos de champanhe e vinho e ou os ossos despelados que sobrarão para saciar um pouco do desejo que eles também têm, de ao menos uma ceia durante toda a vida, não por um ou dois dias.
E nós, o que fazemos a maior parte do tempo? Desperdiçamos, mas não doamos; julgamos, mas não perdoamos; desejamos, mas não praticamos; falamos, mas não vivemos; empregamos muito tempo para garantir o futuro, investimos para ganhar o mundo, lutamos pelos nossos sonhos e pisamos em muitos sonhos e, quem sabe, de muitos desses que hoje abraçamos, e voltaremos a pisar nos sonhos daqui a um ou dois dias. Anarquia?
Não sei! O que sei é que estou aqui para dizer o que penso, principalmente o que faço. Dizer que amo, sim, mesmo sem abraço; erro, sim, mas pensando em acertar; sofro, sim, mas tentando cumprir a missão que me foi dada.
Então, caros amigos, agradeço de coração, mesmo muitas vezes me perguntando porque não reservamos tantos bons desejos, tantos corações aquebrantados, tantas almas salvas pela fé, tanta bonança, tanta solidariedade, tanta caridade, tanto desapego, para que usemos isso, mesmo de forma racionada, durante os restantes dias do ano que, na verdade, não é ano, não é dia, não é futuro, nem é passado, talvez sequer nada, a não ser a grande ilusão de querer ser algo que nós mesmos inventamos. Nome para tudo, tempo para tudo, inclusive para amar e ter bons desejos e bom coração, disposição para conquistar o mundo, mas...
QUE ADIANTA AO HOMEM GANHAR O MUNDO INTEIRO E PERDER A SUA ALMA?
MARCOS 8:36

    FELIZES NATAIS, E DIAS, E NOITES, E NOVOS ANOS, E VELHOS...

Escrito por:
Carlos Dourado
Em: 24/12/2017
Publicações:
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LI E GOSTEI!

pensador

A verdade é que os de cima realmente não trabalham. Não vamos tergiversar, trabalhar é dar duro, é suar, é fazer coisas que não são agradáveis, nem ocasionais, "faço hoje, depois faço quando me der na telha". Pois é, os de cima, que não trabalham, não produzem dinheiro. Em compensação têm todo o tempo pra bolar esquema de tomar o dinheiro dos que estão por baixo e trabalham, e dão duro, e suam, e fazem, continuadamente, coisas que não são agradáveis. E, para tomarem esse dinheiro que não lhes pertence,os de cima inventam palavras nobres, como mordomia, financia, ideologia, macroeconomia e constituinteria.

MAU TEMPO?

Na maioria das vezes em que os jornalistas, especialmente aqueles ou aquelas que apresentam dados sobre a previsão do tempo nos jornais televisivos, se referem ao período chuvoso como mau tempo. Agora, depois das experiências com a diminuição das chuvas e a crise de abastecimento de água em muitas regiões do país, inclusive São Paulo, estou curioso para saber se continuarão com essa declaração medonha de que chuva é mau tempo. Para o nordeste, ao menos no interior, é considerado o período de glória, de fartura, de produção. Então, percebe-se um diálogo extremamente sábio com a natureza, onde pessoas mais experientes apenas olham os sinais da natureza - barradas, direção do vento, formação de nuvens, calor - e já palpitam acerca da ocorrência ou não de chuvas. Fazem simpatias, escutam as lagartixas, sabiás, ou seja, independente de crenças, a natureza prevalece com sua sabedoria e altivez. No entanto, a ação desenfreada da maioria interfere tão drasticamente que nem percebe que se cria bolsões de ar quente, através de queimadas, poluição, desmatamento, que as correntes de ar podem tomar outro rumo, como deve ocorrer na região sudeste.

Fico imaginando quando as frentes frias se aproximam desses locais: - Gente, nós não vamos atravessar esse negócio, deve estar pegando fogo. Vamos voltar!"

Parece brincadeira, mas, em relação às forças e regras da natureza, nós só temos que respeitar, assimilar e nos adaptarmos a elas, não elas a nós. Chamar chuva de mau tempo é um desses desconfortos. Então, que o homem aprenda a dialogar melhor com a natureza, com sua sabedoria e soberania, visto que ele é apenas mais uma pequena parte, uma quase insignificante parte dela, mas a ignorância amplia a pouca importância que ele tem e que, desde a descoberta do fogo, vem interferindo, alterando, destruindo e levando os seres humanos (homens e outros bichos) ao caos.

UMA FRASE SOBRE AS TECNOLOGIAS

"A tecnologia nos traz a possibilidade de trazermos para perto de nós objetos de desejo sem o risco de que o desejo morra."

Ivan Capellato, em palestra no CPFL.

CARROS HÍBRIDOS: MELHORIAS?

Sem qualquer intenção de fazer propaganda gratuita, achei interessante uma repostagem sobre um carro da Toyota que, segundo informações, é líder de venda no mundo entre os híbridos. Visitei a página da empresa e verifiquei algumas informações. Quem sabe, você que é fá de carros e não consegue segurar a vontade de consumir, possa fazer um favor ao meio ambiente, se é que o carro faz o que promete.

Toyota Prius

Endereço:

Toyota Prius

 

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