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PRECISAMOS DE UM CABO ELEITORAL

Sex 16 Set 2016 06:27:19 BRT

Caros amigos:
Venho aqui anunciar a vaga de um Cabo Eleitoral para o nosso partido, o PdPPPPPPDR - Partido do Povo Pobre Perplexo Paciente Pálido Pateta Desdentado Raquítico.
É urgente, pois corremos o risco de ganhar a eleição. Se isso ocorrer, será um caos. Nossa meta é perder sempre.
A você que se habilitar, garantimos um subemprego, sem carteira assinada, sem recolhimento ao FGTS nem fundo de garantia, um lugar na fila do SUS, segurança para seus filhos irem à padaria e ao mercado comprarem fiado, um dívida imensa na farmácia, assistência e plano de doença, aposentadoria aos 100 anos, tomamos sua casa e lhe damos um barraco, além é claro das Bolsas: Bolsa-dor-de-coluna (afinal, quem aguenta carregar um bando de parasitas na "cacunda" durante tanto tempo sem comprometê-la?), dor-de-barriga (tem cristão que aguente se empanturrar de carne e bebida correspondente a 4 anos de uma só vez e não ter uma diarréia?) , goteira, lixo, esgoto a céu aberto, falta d'água, meio ambiente destruído, charrete...
Oferecemos também uma mordaça (pra garantir que ficará calado). No kit, continha um cabresto, mas resolvemos retirar, pois, lembramos que não temos chifre, mas se tivéssemos...
Terá direito a alguns vales também: vale-tudo, vale-mentiras, vale-festa, vale-burrice, vale-transtorno, vale-fome, vale-desmaio (esse é para quando você for à dispensa e não encontrar um biscoito pra enganar o estômago ou ficar esperando um médico na "fila da emergência"), vale-poluição, vale-tristeza, vale-sumiço, vale-decepção.
Contamos com você! Venha nos ajudar a levantar a bandeira desse partido que, apesar de poder ser decisivo, por enquanto não passa de um efeito colateral.

DIZER POPULAR

Quando a gente pensa que já ouviu de tudo, vem o político e arranja mais uma. Na manhã de 31/08/2016, ainda sobre a dispensa (demorada!!!) da Presidenta Dilma Rousseff, escutei o comentário de um deputado, no qual fez uma citação:

"O SABIDO, QUANDO VÊ QUE VAI CAIR, DEITA"

referindo à ida de Dilma ao Senado Federal. Pensando bem, o cara tem razão e esse dito tem mesmo valia pra nós.

(DIS)CURSO

Coisa inadequada para se fazer em cerimônias de conclusão de cursos, eventos educativos em geral... Fiquei pensando: o sujeito passa anos e anos alisando bancos de escolas (e de praças, cabulando!) e quando chega o momento da comemoração maior, aparece uma penca de gente querendo desmanchar o que deu tanta mão de obra pra ser concluído. Faz-se o curso, alguém vem e faz o DIScurso. Da mesma forma, pensar com dispensar. Parece que ideias andam sobrando por aí que, quando alguém se põe a meditar, a pensar saídas para a vida, vem outros e colocam na moda o DISpensar, como neste momento acontece no Brasil. Muito pé no traseiro por conta da crise. Não sei onde vamos parar, mas é bom pensar direito!

ACHEI BACANA!

Achei interessante esta frase:

“Se puserem o governo federal para administrar o Saara, em cinco anos faltará areia”
Milton Friedman

Será que faz sentido em se tratando de Brasil? Aproveite e leia o livro Carregando o Elefante.

UMA GRANDE IDÉIA

Vez em quando ouço esta expressão que, em minha opinião, é totalmente dispensável. Afinal, quem há de reconhecer se sua idéia é grande, boa, aplicável, aceitável, promissora, progressista, otimista, realizadora, são as outras pessoas, depois de ouvi-la e colocá-la à prova. Por favor, se você é o(a) cara que costuma ter grandes idéias, procure outra forma de se espressar, ao menos comigo, ou apresente provas de que a mesma já foi testada e deu bons resultados. Pra mim, é interessante que digam: Tive uma idéia!

EMBURRECENDO?

Quando em vez, pego-me a questionar sobre alguns textos que são escritos por especialistas sobre vários assuntos, sobre os quais, confesso, não consigo entender muita coisa. Também confesso que só me permitirei receber o atestado de burrice depois que me convencerem que: ou sou eu quem está emburrecendo ou são eles que não sabem o que dizem. Estou na peleja!

A TEORIA DO FUNIL

Com relação ao estilo de administração dos nossos governos (ou desgovernos, como queiram), estou pensando na teoria do funil. São tantas instâncias superiores, tais como secretarias, superintendências, ministérios, coordenadorias, euforias, quitandas, bandas, baldes e perfumarias, que, numa descoordenação total, cada um pensa alguma coisa para enviar aos inferiores - nós - que temos de dar conta de resolver, de um jeito ou de outro. Passamos apertos diários, de horários, orações, dores de cabeça, perdas de sono e de vontade, mas temos que enviar o resultado até "tal dia", quando esse dia ainda é futuro, pois, em muitos casos, esse "tal dia" já se foi. Pensam tantas coisas e não se comunicam adequadamente que enviam ao mesmo tempo, pelo menos na área da Educação onde atuo, solicitações semelhantes, pouco distantes, e ultra-urgentes, vindas da secretria, outro da coordenadoria, regional, estadual, federal... Cada um lá em cima vem com seu malote de coisas e despeja nesse funil que, por ter uma boca imensa, assimilia tudo facilmente, imediatamente. Mas, meu amigo, quando é pra esse trem saír do outro lado, há uma mistura tão grosseira, tanta besteira, que sai tudo amassado, cantos arrancados, choro dobrado. O processo pega uma pressão tão grande que é melhor sair de baixo e deixar pra recolher as partes depois. Pense numa correria! Responde aqui, pergunta acolá, envia pro outro, e antes de concluir, lá vem mais. Ora, tenha paciência!

Como os problemas de quem vive aqui embaixo são maiores, pra fazê-los passar pela ponta do funil até chegar a uma dessas instâncias, pense numa dificuldade. Aí é que é aperto, isso quando chega até lá.


 

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